Agronomia

POR QUE SER UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO?

O avanço da produção agropecuária brasileira é um caso de sucesso no mundo inteiro e se deve ao somatório de amplo espaço territorial, condições climáticas, solo, topografia, ensino de qualidade, pesquisa e extensão. Com 61% da área de seus biomas preservada e apenas 28% do território em produção, o Brasil tem papel fundamental em contribuir com a geração de energia renovável e elevar a produção de alimentos para atender a demanda mundial – segundo projeções do Órgão das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação a produção mundial terá de ser elevada em 60% até 2050 para alimentar aproximadamente 9,2 bilhões de pessoas com apenas 30% na zona rural. Com a comprovada eficiência de seus sistemas produtivos, o Brasil concentra as maiores expectativas de incremento da produção com preservação ambiental e desenvolvimento econômico, é nesse ambiente que se encontra a atuação dos engenheiros agrônomos.

Com um corpo docente formado por mestres e doutores com experiência acadêmica, científica e profissional, a atividade o profissional da Faculdade Objetivo se centra no manejo sustentável dos recursos naturais visando à produção agropecuária. Na prática isso se traduz no desenvolvimento de projetos para a produção, transformação, conservação e comercialização de produtos agropecuários. Também atua na organização da produção e de propriedades rurais, otimizando as tecnologias produtivas. Pode atuar como pesquisador e na elaboração de estudos de análise técnico-econômica e políticas setoriais.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

O profissional formado em agronomia pela Faculdade Objetivo será um profissional eclético capaz de atuar em diversas áreas. Os espaços sociais de atuação profissional do Engenheiro Agrônomo podem ser assim classificados: manejo de culturas agrícolas; melhoramento genético vegetal e animal; produção de sementes e mudas; construções rurais; irrigação e drenagem; mecanização e implementos agrícolas; sensoriamento remoto para fins agrícolas; paisagismo, parques e jardins; recursos florestais; manejo de plantas daninhas, doenças e pragas de plantas; manejo, classificação e conservação do solo, de bacias hidrográficas e de recursos naturais renováveis; controle de poluição na agricultura; tecnologia e conservação de produtos de origem vegetal e animal; nutrição e alimentação animal; economia, planejamento e administração de propriedades agrícolas; e extensão rural.”